sábado, 12 de junho de 2010

Certa vez uma criança me olhou bem fundo nos olhos
Como se pudesse enchergar minha alma...sorriu
Eu fiquei de longe a observar aquela criança correndo
Até parar em frente a um lago
Olhou pra mim ... sorriu... e pulou

Atônita , eu não sabia se gritava ou se corria
Não sabia se ia ou se ficava
Nem sabia se ela sabia nadar
meu coração aos pulos, pensamento totalmente desordenado
Mas minhas pernas tão paradas quanto eu...geladas
Nunca mais vi aquela criança...

Até hoje o sentimento de culpa me atormenta...
E a dúvida mórbida...
Será que morreu?
Ou será que até hoje ela vive... presa?
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